Porque é tão importante a hidratação no verão?
O estado de hidratação reflete o equilíbrio entre a ingestão e a perda de água. No verão, com temperaturas mais elevadas, exposição solar e atividades ao ar livre, o corpo perde mais água e minerais através da transpiração. Se o suor for abundante e essa perda não for reposta, aumenta o risco de desidratação.
A água é o principal constituinte do organismo e, enquanto nutriente, interfere no funcionamento de todos os sistemas e órgãos. Por isso, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), a desidratação pode provocar dores de cabeça, cansaço e irritabilidade.
Beber mais água do que o habitual no verão, durante as férias ou em atividades desportivas e profissionais ao ar livre, é essencial para o bem-estar e a saúde. Como referência, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) aponta para uma ingestão total de água de cerca de 2 litros por dia nas mulheres adultas e de 2,5 litros nos homens adultos, incluindo a água dos alimentos. Estes valores foram definidos para temperatura ambiente e atividade física moderadas, pelo que as necessidades aumentam com o calor e o esforço físico.


Quais são os sinais de desidratação e o seu impacto no organismo?
A desidratação surge quando se perde mais água do que a que se ingere, sobretudo quando a temperatura ou a atividade física aumentam. Segundo a DGS e o serviço nacional de saúde britânico (NHS), os sinais mais comuns incluem:
- sede intensa e boca seca;
- urina mais escura e em menor quantidade;
- tonturas e dores de cabeça;
- cansaço e falta de energia;
- dificuldade de concentração, atenção e memória;
- alterações do humor, como irritabilidade;
- pele seca.
Quem são os grupos mais vulneráveis à desidratação?
Alguns grupos precisam de atenção redobrada durante os dias quentes. As recomendações da DGS para o calor incluem também as pessoas com doenças crónicas e quem trabalha ao ar livre:
- Crianças e pessoas com dependência física ou cognitiva, que dependem dos cuidados de outras pessoas para beber água com regularidade.
- Idosos, porque tendem a ser menos sensíveis à perda de líquidos e a sentir menos sede.
- Atletas, porque a prática desportiva a temperaturas elevadas exige uma hidratação maior para compensar a transpiração abundante.
Se treina com calor, pode ser útil conhecer os benefícios da água hidrogenada no desporto e o que a investigação diz, até agora, sobre o seu efeito na fadiga e na recuperação.
Quando deve procurar ajuda médica?
Procure ajuda médica se os sintomas persistirem apesar da ingestão de líquidos ou se surgirem sinais de alarme como confusão, desmaio, ausência de urina ou batimento cardíaco e respiração acelerados. Febre alta com pele quente, vermelha e seca pode indicar um golpe de calor: nesse caso, ligue 112. Em caso de dúvida, pode contactar a linha SNS 24 (808 24 24 24). Nas crianças pequenas e nos idosos, a avaliação deve ser feita o mais cedo possível. Se tem uma doença crónica, faz uma dieta com pouco sal ou tem restrição de líquidos, a DGS recomenda que se aconselhe com o seu médico.


Dicas práticas para manter a hidratação em dias quentes
Somos constituídos essencialmente por água e, por isso, ela é essencial à vida. Como explica a DGS, a água é o principal constituinte celular, transporta os nutrientes e está envolvida em todas as reações metabólicas do organismo. Sem uma ingestão adequada, torna-se mais difícil regular a temperatura corporal e manter o normal funcionamento dos órgãos.
Segundo a DGS, cerca de 75% da água que ingerimos provém das bebidas e o restante dos alimentos. Num estudo europeu com adultos saudáveis, os alimentos forneceram, em média, cerca de um quarto da água total. Como a fruta e os produtos hortícolas têm 80% a 95% de água, este verão pode também reforçar a hidratação com alimentos como:
- melancia, melão e meloa;
- laranja, ananás e ameixa;
- pepino e tomate;
- verduras cruas, entre outros.
Deve evitar ou reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e de bebidas açucaradas, como recomenda a DGS para os dias de calor. O consumo excessivo de álcool está entre as causas de desidratação e um ensaio clínico mostrou que bebidas mais fortes, como o vinho e as bebidas destiladas, aumentam a produção de urina nas horas seguintes, ainda que de forma ligeira e passageira. Os refrigerantes, apesar de terem muita água, são ricos em açúcar, que contribui para a cárie dentária e a obesidade, e não devem substituir a água.
Como criar uma rotina de hidratação nas férias
Estas férias, crie uma rotina saudável de beber água em quantidade suficiente. Algumas sugestões práticas:
- Defina, no início de cada dia, a quantidade de água a beber e comprometa-se consigo mesmo a cumpri-la.
- Beba pequenas quantidades ao longo do dia, sem esperar pela sede.
- Faça-se acompanhar de uma garrafa reutilizável e segura, sem BPA (bisfenol A, uma substância usada em alguns plásticos que pode migrar desses materiais; na União Europeia, a sua utilização em materiais em contacto com alimentos foi proibida em dezembro de 2024, tendo em conta a avaliação de risco da EFSA). Procure a indicação “BPA free” ou opte por garrafas de vidro reutilizáveis.
- Se o sabor a cloro o desencoraja de beber água da torneira, deixe-a repousar cerca de meia hora num jarro ou guarde-a no frigorífico, como sugere a ERSAR, a entidade reguladora dos serviços de águas, ou opte por um filtro que reduza o cloro.


A qualidade da água também conta: porque deve preferir água pura ou hidrogenada?
Quando pensamos em hidratação, pensamos em beber água. No entanto, cada água tem características próprias e nem todas são iguais, porque todas transportam substâncias invisíveis aos nossos olhos.
A água da torneira cumpre as normas legais e é potável: segundo a ERSAR, 98,84% da água da rede em Portugal continental é água segura (dados de 2025). O cloro residual garante a desinfeção e, de acordo com a mesma entidade, não representa perigo para a saúde, embora possa deixar sabor e cheiro. A água pode ainda conter vestígios de outras substâncias, resultantes do tratamento ou já presentes antes da captação, em concentrações geralmente abaixo dos limites legais, e há consumidores que preferem reduzir essa exposição.
As águas engarrafadas minerais naturais e de nascente não podem ser sujeitas a tratamentos de desinfeção, segundo a DGAV, e muitas pessoas apreciam o seu sabor. As desvantagens são o preço, a pegada ecológica e o facto de serem, na sua maioria, acondicionadas em garrafas de plástico de uso único. Foram detetados microplásticos tanto na água engarrafada como na da torneira; segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), com a informação limitada disponível, não parecem representar risco para a saúde aos níveis atuais, mas são necessários mais estudos.
Uma alternativa prática é filtrar a água em casa, com menos custos e menos plástico do que a água engarrafada. A água da rede é segura, mas cumprir os valores paramétricos fixados na Diretiva (UE) 2020/2184 não significa ausência total de substâncias: o tratamento garante que ficam abaixo desses limites, sem as eliminar todas. A qualidade da água pode ainda ser afetada dentro de casa, já que, segundo a ERSAR, a conservação da rede predial é da responsabilidade dos proprietários e parte dos incumprimentos se deve à má manutenção ou a materiais inadequados das canalizações. Um sistema de filtração doméstico especializado e certificado pode reduzir ainda mais algumas destas substâncias.
Água filtrada: o que é e quais os benefícios para a saúde
A água filtrada é uma água que passou por um processo de remoção de parte dos seus constituintes, sejam microbiológicos, físicos, químicos ou radioativos, consoante o sistema utilizado. Na água da rede, a filtragem pode reduzir ainda mais substâncias presentes dentro dos limites legais, como o cloro residual, os subprodutos da desinfeção (por exemplo, os trialometanos, que a OMS recomenda manter tão baixos quanto possível, sem nunca comprometer a desinfeção), o chumbo de canalizações antigas ou os PFAS, desde que o sistema, por exemplo de carvão ativado ou de osmose inversa, seja escolhido em função das substâncias a reduzir, esteja certificado para elas e tenha a manutenção adequada.
A filtragem é particularmente importante na água de captações privadas, como poços ou furos. Neste caso, a ERSAR alerta que a água, mesmo com bom aspeto e sabor agradável, é em geral imprópria para consumo, podendo conter microrganismos ou substâncias prejudiciais à saúde. Por isso, deve mandar analisá-la pelo menos uma vez por ano e sempre que note alterações no sabor, na cor ou no cheiro, e escolher o tratamento em função dos resultados.
Por isso, vale a pena cuidar não só da quantidade, mas também da qualidade da água que bebe e com que cozinha.
Que substâncias pode conter a água da rede?
A água da rede é tratada para ser segura. Na desinfeção com cloro formam-se subprodutos e, como explica uma análise publicada na revista Environmental Health Perspectives, procura-se um equilíbrio entre desinfetar a água e reduzir esses subprodutos. Entre os grupos de substâncias que podem estar presentes em concentrações vestigiais, e cuja exposição tem sido estudada, destacam-se:
- Trihalometanos: formam-se sobretudo durante a cloragem, quando o cloro reage com a matéria orgânica natural da água. Segundo a OMS, doses elevadas de clorofórmio, o trialometano mais comum, causam lesões no fígado e nos rins em animais de laboratório; nos estudos em humanos, os resultados sobre o risco de cancro da bexiga não são consistentes.
- Desreguladores endócrinos: substâncias como o bisfenol A (BPA) e os ftalatos, usados em plásticos, alguns pesticidas e certos subprodutos da desinfeção. Segundo uma revisão científica, podem interferir com o sistema hormonal e afetar o desenvolvimento e a fertilidade. Em Portugal, o BPA foi detetado em vários rios.
- Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos: formam-se em combustões e podem chegar aos solos e às águas subterrâneas, por exemplo depois de incêndios florestais. Um estudo em nascentes da região de Braga observou um aumento destes compostos, sobretudo dos considerados cancerígenos, após um incêndio, embora abaixo dos valores de referência para a água de consumo.
- Pesticidas: estudos portugueses detetaram pesticidas com potencial de desregulação endócrina em águas superficiais do Norte e do Centro do país e em águas subterrâneas usadas em pequenos sistemas de abastecimento, nalguns casos acima do limite legal. Estes compostos podem interferir com o sistema hormonal.
- Metais pesados: como o chumbo ou o arsénio. Segundo a OMS, não se conhece nenhum nível de exposição ao chumbo sem efeitos nocivos: pode afetar o cérebro, os rins e o sistema cardiovascular e chegar à água através de canalizações com chumbo. A exposição prolongada ao arsénio, sobretudo em águas subterrâneas contaminadas, está associada a lesões na pele e a vários tipos de cancro.
Na água da rede, estas substâncias encontram-se geralmente dentro dos limites legais. Quem quiser reduzir ainda mais a exposição a algumas delas pode optar por um filtro, desde que esteja certificado para os contaminantes em causa, e deve começar por conhecer a qualidade da água que tem em casa.
Quais são os principais sistemas de filtragem de água?
Existem vários sistemas de filtragem, cada um adequado ao tipo de substâncias que se pretende remover:
- Filtragem mecânica: usa materiais como algodão compactado ou fibras de polipropileno para reter areias, sedimentos e partículas em suspensão.
- Carvão ativado: usado em muitos filtros de jarro e de frigorífico, reduz o cloro e, segundo os CDC dos EUA, serve sobretudo para melhorar o sabor e o cheiro da água, mais do que a sua segurança.
- Troca iónica: reduz a dureza da água, provocada sobretudo pelo cálcio e pelo magnésio (calcário); não remove bactérias nem vírus.
- KDF (Kinetic Degradation Fluxion): meio filtrante usado em alguns filtros, normalmente em combinação com outros meios; confirme na certificação do filtro que substâncias reduz.
- Osmose inversa: utiliza uma membrana semipermeável com poros muito finos que, segundo os CDC, remove parasitas, bactérias e vírus e várias substâncias químicas, como o chumbo, o cobre e o sódio, sendo um dos sistemas de purificação mais completos.
Há ainda soluções que, depois da filtragem, alteram as propriedades da água, como a água alcalina ionizada ou a água hidrogenada.
Quais são os benefícios de beber água filtrada?
Consoante o sistema e a qualidade da água de partida, beber água filtrada pode trazer algumas vantagens:
- menor exposição a contaminantes específicos, como o chumbo, alguns pesticidas ou subprodutos do cloro, se o filtro estiver certificado para os reduzir;
- água sem sabor nem cheiro a cloro, que muitas pessoas acham mais agradável de beber, algo útil na hidratação no verão;
- chás, sopas e outras refeições com um sabor mais natural;
- uma barreira contra microrganismos nos sistemas preparados para isso, como a osmose inversa, já que a maioria dos filtros de jarro ou de frigorífico não foi concebida para remover germes;
- menos garrafas de plástico e menos custos face à água engarrafada;
- nas captações privadas, a possibilidade de tratar problemas concretos identificados nas análises.
Para manter estas vantagens, o filtro tem de ser limpo e substituído segundo as instruções do fabricante, como lembra a ERSAR. Os CDC alertam que um filtro que retira o desinfetante e não é bem mantido pode favorecer o crescimento de germes nas canalizações.
Água hidrogenada: água pura com hidrogénio molecular
A água hidrogenada é uma água pura, purificada por osmose inversa, leve e com sabor agradável, à qual um hidrogenador acrescenta hidrogénio molecular. Um estudo de 2007, feito em células e num modelo animal, mostrou que o hidrogénio molecular tem uma ação antioxidante seletiva, e a investigação tem crescido desde então, embora a maioria dos estudos tenha sido feita em animais e muitos sejam ainda preliminares. Saiba mais sobre os benefícios da água hidrogenada na hidratação.
No contexto das férias e do verão, o que se sabe até agora sobre a água hidrogenada é o seguinte:
- hidrata como qualquer água de qualidade, sem evidência de que hidrate melhor do que a água comum;
- num pequeno ensaio em adultos saudáveis, beber água hidrogenada durante quatro semanas associou-se a melhorias do humor e da ansiedade;
- há estudos, sobretudo em modelos animais, sobre o efeito do hidrogénio nas lesões da pele causadas pela radiação ultravioleta, mas nada disto substitui a proteção solar;
- em adultos saudáveis que fazem exercício, uma meta-análise indica que pode reduzir a sensação de fadiga, sem melhorar a capacidade aeróbia.
Há também quem a utilize num frasco pulverizador para refrescar a pele após a exposição solar, embora o efeito do hidrogénio aplicado na pele esteja ainda pouco estudado. Conheça em detalhe as aplicações do hidrogénio molecular na saúde.


Em movimento? Uma solução prática para ter água hidrogenada onde quiser
Durante as férias, o acesso a água de qualidade pode ser limitado. Quando se valoriza, em primeiro lugar, a qualidade da água e, logo a seguir, o baixo impacto ambiental e um custo justo, uma boa escolha pode ser beber água hidrogenada preparada num hidrogenador portátil.
É uma opção prática para quem quer garantir uma boa hidratação e manter hábitos saudáveis no verão, continuando a beber uma água pura, com hidrogénio molecular, cujo potencial antioxidante continua a ser investigado. Compacto, o hidrogenador portátil permite preparar água hidrogenada facilmente e pode acompanhá-lo nas férias, no local de trabalho ou em viagem.
Uma excelente opção de hidrogenador portátil é a Zenith Office.


Perguntas frequentes sobre hidratação no verão
Quanta água se deve beber por dia no verão?
A EFSA aponta para uma ingestão total de água de cerca de 2 litros por dia nas mulheres adultas e de 2,5 litros nos homens adultos, incluindo a água dos alimentos, em condições de temperatura e atividade física moderadas. Com calor e mais atividade física, as necessidades aumentam, pelo que deve beber regularmente ao longo do dia, mesmo sem sede, como recomenda a DGS.
Como saber se está desidratado?
Sede, boca seca, urina escura e em menor quantidade, tonturas, dores de cabeça, cansaço e dificuldade de concentração são sinais comuns. Se os sintomas forem intensos ou persistirem, ou se surgir confusão, desmaio ou ausência de urina, procure ajuda médica.
A água filtrada é melhor do que a água da torneira?
A água da torneira é potável e cumpre as normas legais: segundo a ERSAR, 98,84% é água segura. Cumprir os limites legais não significa, no entanto, ausência total de substâncias. Podem existir cloro residual e subprodutos da desinfeção, como os trialometanos, vestígios de pesticidas, chumbo e outros metais, como o ferro, provenientes de canalizações prediais antigas, cuja conservação cabe ao proprietário e não à entidade gestora, e substâncias emergentes como os PFAS, com limites fixados pela Diretiva (UE) 2020/2184 e aplicáveis desde janeiro de 2026, ou os microplásticos, sobre os quais a OMS considera que os dados ainda são limitados. Um sistema de filtração especializado e certificado, como o carvão ativado ou a osmose inversa, pode reduzir ainda mais estas substâncias: segundo a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), estes sistemas podem reduzir os PFAS, e a mesma entidade aconselha escolher filtros certificados pelas normas NSF/ANSI 53 ou 58 para este fim e mantê-los segundo as instruções do fabricante. Nas captações privadas, como poços ou furos, a água deve ser analisada antes de se escolher o tratamento.
A água hidrogenada hidrata melhor do que a água normal?
Não há evidência de que a água hidrogenada hidrate melhor do que a água comum: qualquer água de qualidade contribui para a hidratação. A água hidrogenada acrescenta hidrogénio molecular, cujo potencial antioxidante tem sido estudado sobretudo em laboratório e em pequenos ensaios em humanos. Pode ser uma opção para quem aprecia esta água, sem substituir outros cuidados de saúde.
Hidratação no verão: faça da água pura uma prioridade
O nosso corpo é o nosso principal companheiro e merece atenção para garantir saúde, vitalidade e bem-estar. No verão, de férias ou não, o calor exige mais cuidado com o estado de hidratação, porque o corpo perde mais água pelo suor para regular a temperatura.
Definir, no início do dia, a quantidade de água a beber, em função das atividades previstas, e cumprir esse objetivo é fundamental. Em poucos dias, a rotina transforma-se em hábito e torna-se fácil mantê-la.
Recorde que nem todas as águas são iguais na composição e nas substâncias nelas dissolvidas. Se quiser reduzir ainda mais as substâncias que a água da rede contém dentro dos limites legais, escolha água filtrada com um sistema certificado e bem mantido e, se possível, hidrogenada, e leve-a consigo para onde for, em garrafas “BPA free”.
Se pretende ter água filtrada de qualidade em casa, conheça as soluções de purificação de água da Filtrarte e encontre a opção mais adequada para a sua família.
Faça da hidratação uma prioridade no seu verão!
Bibliografia consultada
- Padrão, P., Lopes, A., Lima, R. M., Graça, P., & Pereira, F. (2014). Hidratação adequada em meio escolar. Lisboa: Direção-Geral da Saúde. https://nutrimento.pt/wp-content/uploads/2014/11/Hidrata%C3%A7%C3%A3o-em-Meio-Escolar_impress%C3%A3o.pdf
- Direção-Geral da Saúde. Ondas de calor: recomendações para a população. consultado em setembro de 2026. https://www.dgs.pt/saude-ambiental-calor/recomendacoes.aspx
- EFSA Panel on Dietetic Products, Nutrition, and Allergies (NDA). Scientific Opinion on Dietary Reference Values for water. EFSA Journal. 2010;8(3):1459. doi: 10.2903/j.efsa.2010.1459. https://www.efsa.europa.eu/en/efsajournal/pub/1459
- Malisova O, Athanasatou A, Pepa A, Husemann M, Domnik K, Braun H, Mora-Rodriguez R, Ortega JF, Fernandez-Elias VE, Kapsokefalou M. Water Intake and Hydration Indices in Healthy European Adults: The European Hydration Research Study (EHRS). Nutrients. 2016;8(4):204. doi: 10.3390/nu8040204
- NHS. Dehydration. consultado em setembro de 2026. https://www.nhs.uk/conditions/dehydration/
- MedlinePlus (U.S. National Library of Medicine). Dehydration. consultado em setembro de 2026. https://medlineplus.gov/dehydration.html
- Polhuis KCMM, Wijnen AHC, Sierksma A, Calame W, Tieland M. The Diuretic Action of Weak and Strong Alcoholic Beverages in Elderly Men: A Randomized Diet-Controlled Crossover Trial. Nutrients. 2017;9(7):660. doi: 10.3390/nu9070660
- ERSAR. Qualidade da água. consultado em setembro de 2026. https://www.ersar.pt/pt_consumidor_qualidade-da-agua.html
- ERSAR. Características da água. consultado em setembro de 2026. https://www.ersar.pt/pt_consumidor_qualidade-da-agua_caracteristicas-da-agua.html
- ERSAR. Redes prediais (captações particulares e equipamentos domésticos de tratamento). consultado em setembro de 2026. https://www.ersar.pt/pt_consumidor_qualidade-da-agua_redes-prediais.html
- DGAV. Águas minerais e de nascente. consultado em setembro de 2026. https://www.dgav.pt/alimentos/conteudo/generos-alimenticios/regras-especificas-por-tipo-de-alimentos/aguas-minerais-e-de-nascente/
- World Health Organization (2019). Microplastics in drinking-water. https://www.who.int/publications/i/item/9789241516198
- World Health Organization (2019). WHO calls for more research into microplastics and a crackdown on plastic pollution. https://www.who.int/news/item/22-08-2019-who-calls-for-more-research-into-microplastics-and-a-crackdown-on-plastic-pollution
- EFSA. Bisphenol A and other bisphenols. consultado em setembro de 2026. https://www.efsa.europa.eu/en/topics/topic/bisphenol
- World Health Organization (2004). Trihalomethanes in Drinking-water: Background document for development of WHO Guidelines for Drinking-water Quality. WHO/SDE/WSH/03.04/64. https://cdn.who.int/media/docs/default-source/wash-documents/wash-chemicals/trihalomethanes.pdf?sfvrsn=3d3a90e3_4
- Schoeny, R. (2010). Disinfection by-products: a question of balance. Environmental Health Perspectives, 118(11), A466-A467. doi: 10.1289/ehp.1003053
- World Health Organization. Lead poisoning. consultado em setembro de 2026. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/lead-poisoning-and-health
- World Health Organization. Arsenic. consultado em setembro de 2026. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/arsenic
- Centers for Disease Control and Prevention. About Home Water Treatment Systems. consultado em setembro de 2026. https://www.cdc.gov/drinking-water/about/about-home-water-treatment-systems.html
- Centers for Disease Control and Prevention. About Choosing Home Water Filters. consultado em setembro de 2026. https://www.cdc.gov/drinking-water/prevention/about-choosing-home-water-filters.html
- Centers for Disease Control and Prevention. Guidelines for Testing Well Water. consultado em setembro de 2026. https://www.cdc.gov/drinking-water/safety/guidelines-for-testing-well-water.html
- European Parliament and Council of the European Union (2020). Directive (EU) 2020/2184 of the European Parliament and of the Council of 16 December 2020 on the quality of water intended for human consumption (recast). Official Journal of the European Union, L 435/1. https://eur-lex.europa.eu/eli/dir/2020/2184/oj
- World Health Organization (2022). Guidelines for drinking-water quality: fourth edition incorporating the first and second addenda. Chemical fact sheets: Trihalomethanes. https://cdn.who.int/media/docs/default-source/wash-documents/water-safety-and-quality/chemical-fact-sheets-2022/trihalomethanes-fact-sheet-2022.pdf
- U.S. Environmental Protection Agency. Reducing PFAS in Your Drinking Water with a Home Filter. consultado em setembro de 2026. https://www.epa.gov/cleanups/reducing-pfas-your-drinking-water-home-filter
- Vera, J., Fernandes, V., Correia-Sá, L., Mansilha, C., Delerue-Matos, C., & Domingues, V. (2021). Occurrence of Selected Known or Suspected Endocrine-Disrupting Pesticides in Portuguese Surface Waters Using SPME-GC-IT/MS. Separations, 8(6), 81. doi: 10.3390/separations8060081
- Gonsioroski, A., Mourikes, V. E., & Flaws, J. A. (2020). Endocrine Disruptors in Water and Their Effects on the Reproductive System. International Journal of Molecular Sciences, 21(6), 1929. doi: 10.3390/ijms21061929
- Rocha S, Domingues VF, Pinho C, Fernandes VC, Delerue-Matos C, Gameiro P, Mansilha C. Occurrence of bisphenol A, estrone, 17β-estradiol and 17α-ethinylestradiol in Portuguese rivers. Bull Environ Contam Toxicol. 2013;90(1):73-78. doi: 10.1007/s00128-012-0887-1
- Mansilha, C., Melo, A., Ferreira, I. M., Pinho, O., Domingues, V., Pinho, C., & Gameiro, P. (2011). Groundwater from infiltration galleries used for small public water supply systems: Contamination with pesticides and endocrine disruptors. Bulletin of Environmental Contamination and Toxicology, 87(3), 312-318. doi: 10.1007/s00128-011-0337-5
- Mansilha, C., Silva, P., Rocha, S., Gameiro, P., Domingues, V., Pinho, C., & Ferreira, I. M. (2013). Bisphenol A migration from plastic materials: Direct insight of ecotoxicity in Daphnia magna. Environmental Science and Pollution Research, 20(9), 6007-6018. doi: 10.1007/s11356-013-1614-0
- Mansilha, C., Melo, A., Martins, Z. E., Ferreira, I. M. P. L. V. O., Pereira, A. M., & Espinha Marques, J. (2020). Wildfire Effects on Groundwater Quality from Springs Connected to Small Public Supply Systems in a Peri-Urban Forest Area (Braga Region, NW Portugal). Water, 12(4), 1146. doi: 10.3390/w12041146
- Ohsawa, I., Ishikawa, M., Takahashi, K., Watanabe, M., Nishimaki, K., Yamagata, K., … & Ohta, S. (2007). Hydrogen acts as a therapeutic antioxidant by selectively reducing cytotoxic oxygen radicals. Nature Medicine, 13(6), 688-694. doi: 10.1038/nm1577
- Ohta, S. (2015). Molecular Hydrogen as a Novel Antioxidant: Overview of the Advantages of Hydrogen for Medical Applications. Methods in Enzymology, 555, 289-317. doi: 10.1016/bs.mie.2014.11.038
- Ge L, Yang M, Yang NN, Yin XX, Song WG. (2017). Molecular hydrogen: a preventive and therapeutic medical gas for various diseases. Oncotarget, 8(60), 102653-102673. doi: 10.18632/oncotarget.21130
- Ichihara M, Sobue S, Ito M, Ito M, Hirayama M, Ohno K. (2015). Beneficial biological effects and the underlying mechanisms of molecular hydrogen: comprehensive review of 321 original articles. Medical Gas Research, 5, 12. doi: 10.1186/s13618-015-0035-1
- Mizuno, K., Sasaki, A. T., Ebisu, K., Tajima, K., Kajimoto, O., Nojima, J., … & Watanabe, Y. (2017). Hydrogen-rich water for improvements of mood, anxiety, and autonomic nerve function in daily life. Medical Gas Research, 7(4), 247-255. doi: 10.4103/2045-9912.222448
- Zhou K, Liu M, Wang Y, Liu H, Manor B, Bao D, Zhang L, Zhou J. Effects of molecular hydrogen supplementation on fatigue and aerobic capacity in healthy adults: A systematic review and meta-analysis. Frontiers in Nutrition. 2023;10:1094767. doi: 10.3389/fnut.2023.1094767
- Zhou K, Shang Z, Yuan C, Guo Z, Wang Y, Bao D, Zhou J. Can molecular hydrogen supplementation enhance physical performance in healthy adults? A systematic review and meta-analysis. Frontiers in Nutrition. 2024;11:1387657. doi: 10.3389/fnut.2024.1387657
Por Equipa de Especialistas Filtrarte
A informação contida neste artigo não se destina a recomendar qualquer tratamento de sintomas ou doenças. Consulte o seu médico para aconselhamento especializado.






